Tão mãe


Quando a gente é moleque, vale tudo. Xingar, jogar mamona, pular carniça, rolar no chão... Agora, se mexer com a mãe, é motivo de revolução, de um ato em legítima defesa da honra. Ser tão especial, tão cuidadoso, tão cheio de insegurança em não errar, tão forte, tão incisivo em orientar o melhor caminho, tão doce... Tão mãe! E como um milagre (sim, eu acredito nele), elas se espalharam por todo o mundo, diferentemente iguais. Conforto, oásis no deserto, porto seguro... Difícil encontrar palavras que traduzam algo que é sublime. Humildemente eu apenas homenageio...


Recebi esse pequeno texto do meu queridíssimo Angelo (o Charlie)

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